Coordenação geral: Gustavo Costa

Produção: Patrícia Caveiro

Fotografias: Sofia Beça

Web Design: Micaela Amaral

Web Developer: Jorge Costa

Recolhas sonoras: Gustavo Costa, Eduardo Magalhães, Cláudio Pinto, Luis Salgado, João Santos, Lídia Cruz, José Alberto Gomes, Carlos Guedes, Rui Dias, Filipe Lopes, Rui Penha, Henrique Fernandes, Jordan Dubocq.

Produção: Sonoscopia Associação Cultural

Uma produção Sonoscopia no âmbito do Manobras no Porto


Gustavo Costa | Nasceu no Porto em 1976. Possui o curso técnico-profissional de percussão (EPME), licenciatura em Produção e Tecnologias da Música (ESMAE), pós graduação em Sonologia (Instituto de Sonologia, Haia) e o mestrado em Composição e Teoria Musical (ESMAE). Tocou e colaborou com Três Tristes Tigres, Alfred Harth, Damo Suzuki, John Zorn´s Cobra, Fritz Hauser, entre muitos outros. Desenvolve trabalho na área da composição electroacústica, improvisação livre e cultura underground, tendo-se apresentado em 18 países europeus, Estados Unidos e Líbano.
É professor assistente na ESART, Castelo Branco.


Patrícia Caveiro | Nasceu em Mogadouro em 1981. É licenciada em História da Arte pela FLUP, encontra-se a frequentar o Mestrado em Estudos Artísticos – Museologia e Curadoria na Faculdade de Belas Artes do Porto.
Desde 2002 é produtora cultural nas artes visuais e performativas e música experimental. Realça algumas estruturas onde trabalhou Galeria Fernando Santos, Artes Múltiplas – Associação Cão Danado & Cia, Centro de Estudos de Novas Tendências Artísticas [CENTA] e  Balleteatro, nas quais exerceu funções de Coordenação de produção e produção executiva, gestão de programação, acompanhamento de residências e responsável pela comunicação e divulgação. Em 2011 fundou a Sonoscopia Associação cultural, com os músicos Gustavo Costa e Henrique Fernandes, na qual exerce as funções de produtora.


Eduardo Magalhães | Nasceu no Porto em 1975. Licenciado pela Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo (ESMAE) e a acabar o Mestrado em Multimédia - Musica Interactiva e Design de Som na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Nos últimos 10 anos tem desenvolvido a sua actividade trabalhando em projectos de cinema independente, jogos, publicidadee companhias de teatro, produzindo gravando e misturando música e áudio, assim como projectos experimentais na forma de instalações e gravações de campo.


Carlos Guedes | É um compositor com uma actividade multifacetada, intervindo musicalmente em áreas como dança, cinema, teatro, instalações, para além da música tradicional de concerto.
Em dança, conta com várias colaborações com Isabel Barros, entre outros, desde 1997.
Em cinema, trabalha regularmente com Saguenail e Regina Guimarães, tendo feito música para cerca de dez dos seus filmes assim como outros realizadores residentes em Portugal (Amarante Abramovici, Paulo Rocha, João Carlos Viana).
Em teatro, trabalhou entre 1995 e 2001 com o Departamento de teatro da New York University tendo feito música e sonoplastia para mais de 10 peças de teatro para públicos jovens.
Contou ainda com duas colaborações com João Paulo Seara Cardoso/Teatro de Marionetas do Porto (Peregrinação,
1998; O mundo de Alex, 2004) e mais recentemente com Carla Veloso/Teatro de Ferro em M1.1.
Em instalações interactivas foi o responsável pela instalação Côr: um projecto audiovisual interactivo(2003) e fez o som
para Willl.0.w1sp (2005) e Echo Locations (2008) de Kirk Woolford.
Ultima actualmente no projecto Skynth, uma instalação interactiva ambiental para lugares públicos com skates a estrear em 2012 (apoio DGartes).
No que respeita música tradicional de concerto as suas últimas criações foram Zeca d’aço (Drumming, 2007), Sweet Drama (Orquestra de Jazz de Matosinhos, 2008), Happy Miso 25! (Música electrónica multicanal, 2010), e The Strings the Springs among other Things (Orquestra de Jazz de Matosinhos e Quarteto de Cordas de Matosinhos, 2011).
É doutorado em composição pela New York University (2005) e lecciona actualmente na Universidade do Porto como Prof. Associado Convidado no mestrado em Multimédia e Programa doutoral em média digitais da parceria UT Austin |Portugal sediados na FEUP. É professor na ESMAE no curso de composição desde 2002.

 

Filipe Lopes | Nasceu no Porto em 1981. É licenciado em Educação Musical (ESEP), Composição (ESMAE) e mestre em Sonologia (Instituto de Sonologia, Haia).
Como trompetista colaborou com Mão Morta, Big Fat Mamma, Expensive Soul, hot Steppers ou Phalasolo.
Tem desenvolvido trabalho na área da composição para teatro, cinema, dança e instalação multimedia, tendo desenvolvido também o trabalho de curadoria na Digitópia, Casa da Música.
Actualmente frequenta o doutoramento em Media Digitais (FEUP).

 

José Alberto Gomes | Nasceu no Porto em 1983. 
Iniciou os seus estudos oficiais de música na Escola de Música Óscar da Silva, onde completou o curso de piano como aluno externo do Conservatório do Porto. Em 2007 finalizou a licenciatura em Composição na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo e frequentou a Dartington College of Arts, em Inglaterra, durante um semestre através do projecto Erasmus. Criou laços muito fortes com as novas possibilidades tecnológicas musicais e o papel da música no teatro, cinema, instalações e electrónica na improvisação, tendo especial interesse em procurar novas formas e novos “ lugares “ musicais.
Foi docente nos cursos de Musica Electrónica e Produção Musical – ESART, Comunicação Audiovisual e Multimédia  - Universidade Lusófona do Porto e Composição - ESMAE-IPP.
É membro da equipa Digitópia e FactorE da Fundação Casa da Música onde orienta vários workshops de criação musical em computador e espectáculos do Serviço Educativo.
Está a realizar o Doutoramento em Computer Music na Universidade Católica Portuguesa como bolseiro da FCT.
Apresenta-se regularmente em público tanto em projectos a solo como em projectos colectivos. E é criador nas áreas de música e sonoplastia para a peças de teatro e video, criação e programação para interactividade sonora em intalações e composição para electrónica e ensemble instrumental.

 

Henrique Fernandes |  Iniciou os seus estudos musicais no ano de 1992 na Escola Profissional e Artística do Vale do Ave, na classe de contrabaixo do Prof. Alexander Samardjiev, tendo concluído em 2005 o curso superior de música, na especialidade de Contrabaixo na Escola Superior de Música e Artes do espectáculo do Porto, na classe do Prof. Florian Petzborn.
Paralelamente ao universo da música erudita, integra diversos projectos da  música experimental, tais como: Mécanosphère, Lost Gorbachevs, Two white monsters around a round table, Sektor 304, Stealing Orquestra,estilhaços, radial chao opera,  Srosh ensemble, Space ensemble, entre outros. Tocou com Damo Suzuki, Steve Mackay, John Zorn Cobra (dirigido por John Zorn), Três Tristes Tigres, Mark Stewart, Alfred Harth, Fritz Hauser, Adolfo Luxúria Canibal, entre muitos outros. Tem tocado regularmente em toda a Europa .
Nos últimos anos tem desenvolvido algum trabalho na construção de instrumentos musicais e objectos sonoros que utiliza em diversos projectos musicais ou workshops na área da criatividade musical.

 

Rui Dias | Nasceu em Braga em 1974. É licenciado em Composição pela Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo (ESMAE) do Instituto Politécnico do Porto. Mestrado em Multimédia na Universidade do Porto. Atualmente frequenta o doutoramento em Média Digitais UT Austin – Portugal na Universidade do Porto, e é investigador associado no INESC-Porto, como parte dos grupos de investigação Sound and Music Computing (SMC) e Kinetic, em geração automática de música, onde desenvolveu a aplicação GimmeDaBlues, para iPhone, que venceu recentemente o 1º prémio do concurso ZON Multimédia 2010, na categoria “Aplicações e Conteúdos Multimédia”. Leccionou no curso de composição da ESMAE-Porto, no curso de Multimédia da Escola de Artes e Design (ESAD) de Matosinhos. É professor desde 2005 e coordenador desde 2007 do curso de Música Electrónica e Produção Musical na Escola Superior de Artes Aplicadas (ESART) do Instituto Politécnico de Castelo Branco. A sua atividade divide-se entre a composição, a programação musical e a programação para sistemas digitais interativos.

 

Rui Penha | Compositor, maestro e intérprete de música electroacústica, nasce no Porto em 1981. Inicia os estudos de piano ainda na infância, concluindo uma Licenciatura em Música (Composição) em 2006. As suas obras são tocadas em diversos países, por alguns dos melhores grupos e solistas, tendo diversas gravações e partituras editadas. Desenvolve intensa actividade no domínio da tecnologia da música, com ênfase na concepção de novos interfaces de expressão musical e instalações interactivas. Foi membro fundador e curador da Digitópia, um projecto da Casa da Música em colaboração com o INESC Porto, a ESMAE e a Escola de Artes da UCP. Docente em várias instituições de ensino superior portuguesas, terminará em breve um Doutoramento em Música sob orientação de João Pedro Oliveira.